18/02/2014 00:00

Prefeitura de Diadema entrega ofício para retirada de catracas

Por: Bruno Coelho (bruno@abcdmaior.com.br)

Paço tem expectativa que governador Geraldo Alckmin garanta integração gratuita em nova visita ao município

A Prefeitura de Diadema entregou ofício, nesta terça-feira (18/02), à Secretaria de Transportes Metropolitanos do Estado, solicitando a retirada das catracas nas áreas de transferência dos terminais Diadema e Piraporinha da EMTU (Empresa Metropolitana de Transportes Urbanos). Há a expectativa no governo do prefeito Lauro Michels (PV) de que o governador Geraldo Alckmin (PSDB) anuncie a manutenção da integração gratuita durante nova visita ao município, que pode ocorrer na quinta-feira (20/02).

A manifestação pela desinstalação das catracas foi passada pelo secretário municipal de Transportes, José Carlos Gonçalves (PR), durante visita ao responsável pela Pasta de Transportes Metropolitanos, Jurandir Fernandes. O republicano novamente teve a garantia de que o governo estadual não cobrará a tarifa de baldeação entre os ônibus municipais ao corredor ABD.

"Acreditamos que retirando as catracas, o governo (estadual) não cobrará mais a integração. O governador viria amanhã (quarta-feira), mas foi adiado. Então ele vem provavelmente na quinta-feira para anunciar a (instalação da Fábrica de Cultura) e talvez fale da retirada das catracas", discorreu José Carlos.

Entenda o caso - Há duas décadas com integração gratuita nos terminais da EMTU em Diadema, o Estado optou por não renovar o convênio com o município em 2012, no fim da gestão ex-prefeito Mário Reali (PT). A princípio, o governo paulista cobraria R$ 1 na baldeação ao corredor ABD, justificando o valor adicional devido aos gastos dos cofres estaduais com a transferência do sistema municipal ao intermunicipal e na manutenção na eletrificação dos corredores de ônibus.

De acordo com José Carlos, após o Estado retirar as catracas, o passo a seguir será buscar a assinatura de novo convênio com a Secretaria de Transportes Metropolitanos e com a EMTU, para ter respaldo jurídico pela manutenção da integração gratuita. Com isso, o governo municipal não teria o temor de que a possibilidade de tarifa adicional retornasse a Diadema após a eleição pelo comando do Palácio dos Bandeirantes.

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